terça-feira, agosto 30, 2005

Festival de Jazz em Aljustrel

JazzMin com qualidade reforçada

A música de qualidade está de regresso a Aljustrel com a IV edição do JazzMin, que se realiza de 16 a 18 de Setembro, no Auditório da Biblioteca Municipal da Vila Mineira.
Trata-se de um Festival com uma programação aliciante, onde os principais objectivos passam pela descentralização cultural, contribuição para o desenvolvimento de uma oferta cultural de nível elevado, qualidade da programação musical, valorização da produção artística local, participação e adesão do público. Em suma pretende-se que deste modo se torne mais fácil o acesso à cultura.

Em 2005, a organização, a Câmara Municipal de Aljustrel, convidou um vasto leque de artistas e bandas de renome, como é costume desde a primeira edição. A abrir o festival, sexta-feira dia 16 de Setembro, temos Mr. Dixie Jazz Band; sábado Bernardo Sasseti Quarteto e a fechar os três dias de festival teremos dia 18 de Setembro o Quinteto Pedro Moreira + G.Quartet.

Mas o JazzMin não se restringe apenas aos concertos, durante os três dias haverá também a realização de vários Workshops. Flautas, clarinetes e saxofones são alguns dos instrumentos que integram estes workshops.

Para além de tudo aquilo que já foi referido o Festival de Jazz de Aljustrel pretende estimular o aparecimento de novas bandas, permitir um conhecimento mais profundo deste género musical, contribuir para a valorização dos recursos humanos, aumentar os níveis de procura do turismo cultural e acima de tudo promover o concelho de Aljustrel.
Está tudo muito bem, mas este último parágrafo é um pouco estranho, porque será que apenas estimulam o aparecimentos de novas bandas de Jazz através de festivais, será pelo elevado interesse da população de Aljustrel por este estilo musical?
Por que razão este estilo musical merece um festival? Concordamos plenamente que exista este festival, mas, e os outros géneros musicais não merecem?
Será que os jovens do Concelho só ouvem Jazz?
Enfim, esperemos que esta óptima iniciativa vinda da CMA (Leia-se Presidente da Câmara) continue por muitos anos, é triste é termos que comer todos o que o(s) "outro(s)" querem!